Emagrecimento com medicamentos exige reeducação alimentar, alertam especialistas
Uso de medicamentos que reduzem o apetite amplia debate sobre qualidade da alimentação e preservação de massa magra
Com a popularização das chamadas “canetas emagrecedoras”, muitas pessoas passaram a vivenciar uma mudança significativa na relação com a comida: menos fome, mais saciedade e, junto com isso, novas dúvidas sobre como se alimentar durante o tratamento. Medicamentos conhecidos como análogos de GLP-1, classe que inclui substâncias como semaglutida, e os fármacos com ação combinada em GLP-1 e GIP, como a tirzepatida, passaram a ocupar espaço crescente no tratamento da obesidade. Estudos recentes associam o uso dessas medicações, sob acompanhamento, a reduções de 15% a 20% do peso corporal em cerca de um ano.
A ampliação do acesso a esses medicamentos também muda a conversa sobre emagrecimento. Além do número na balança, entra em pauta a composição do peso perdido e o quanto o processo preserva massa magra, um ponto que ganha cada vez mais atenção entre profissionais de saúde.
A diminuição do apetite é um dos principais efeitos percebidos por quem inicia o tratamento. Com menos fome e maior saciedade, o déficit calórico tende a acontecer com mais facilidade. O desafio aparece quando comer menos passa a significar comer pior, isso porque, em muitos casos, a redução do volume alimentar pode levar a uma ingestão insuficiente de nutrientes essenciais. “Quando a fome cai, algumas pessoas passam a pular refeições ou reduzem demais as porções. O risco é perder peso com uma alimentação incompleta, sem proteína, fibras, vitaminas e minerais suficientes para sustentar o organismo”, afirma Larissa Luna, nutricionista parceira da A Tal da Castanha.
Outro ponto que ganha relevância é o risco de perda muscular durante o processo. Estudos recentes indicam que, em determinados cenários, até cerca de 40% do peso eliminado pode ser de massa muscular, e não de gordura. A perda de massa magra pode afetar força, desempenho, metabolismo e recuperação física, além de influenciar a composição corporal ao longo do tempo. “A estratégia precisa ir além do ‘comer menos’. Para preservar massa magra, o tratamento depende de ingestão proteica adequada e treino de força regular, mesmo quando o apetite está reduzido”, completa a nutricionista.
A organização da alimentação ao longo do dia também é considerada uma ferramenta para evitar um déficit calórico excessivo ou desequilibrado. Entre as recomendações mais comuns estão incluir fontes de proteína em todas as refeições, combinar carboidratos com fibras e gorduras boas para favorecer saciedade e energia, além de dar atenção à hidratação.
O consumo de líquidos, aliás, passa a ser um ponto prático importante. Algumas pessoas relatam menor sede durante o uso dessas terapias, o que pode contribuir para constipação e queda de desempenho em treinos. A reposição de minerais como sódio, potássio e magnésio pode ser considerada em rotinas com exercício físico e ingestão reduzida, sempre com orientação profissional.
(Divulgação Plant Power)
Positive Co. lança ebook com orientações sobre nutrição durante o uso de análogos de GLP-1
Com o aumento do número de pessoas utilizando terapias com análogos de GLP-1, cresce também a busca por informações confiáveis e aplicáveis à rotina. Para apoiá-las, a Positive Co., grupo que reúne as marcas A Tal da Castanha e Plant Power, lança o ebook “Nutrição Consciente: o guia completo para o emagrecimento saudável durante o uso de análogos de GLP-1”, assinado pela nutricionista Larissa Luna (CRN 40326P).
O material reúne explicações sobre o mecanismo das terapias, orientações sobre alimentação e recomendações práticas para a rotina, incluindo consumo adequado de proteínas, fibras, gorduras boas, carboidratos funcionais, hidratação e exercício físico.
O ebook também traz um capítulo voltado a soluções aplicáveis no dia a dia e 10 receitas com combinações pensadas para manter o aporte nutricional mesmo diante da redução de apetite. A proposta é reforçar o papel da alimentação como parte central do processo, contribuindo para a preservação de massa magra e na consistência do processo de emagrecimento, com escolhas que podem ser mantidas ao longo do tempo.
O ebook é gratuito e está disponível no link https://conteudo.positiveco.com.br/positive-co-e-book-nutricao.
Sobre A Tal da Castanha
A Tal da Castanha é uma marca brasileira que oferece alimentos plant-based inovadores, com ênfase em produtos naturais, saudáveis e sustentáveis. Pioneira no lançamento da bebida vegetal à base de castanha de caju orgânica no Brasil, foi eleita pelos consumidores como a marca número 1 do segmento, segundo pesquisa da TIME. A empresa alcançou 41,5 % de participação de mercado, está presente em 48 mil pontos de venda e se dedica a impactar positivamente a saúde dos consumidores, apoiar agricultores locais e promover práticas ambientais responsáveis. Marca tem a sustentabilidade como pilar das suas ações.
Gestão de relacionamento com a imprensa – Grupo Positive CO
Equipe Plant Power
plantpower@approach.com.br
Letícia Bandeira – Atendimento PR:
leticia.bandeira@approach.com.br
Catarina Armelin – Gerente de Núcleo:
catarina.armelin@approach.com.br
Portal Aop Sports
Anderson de Oliveira Pazemecxas
Tel. (11) 91210-1404




